Eu não sei porque, mas esse mundo está às avessas: O corpo fala mais que um olhar, a aparência fala mais do que a voz.
Ser bonito, ser feio. Estar na moda ou não estar.
Creio que a moda é um artifício somente para o combate dos diferenciais, e uma arma perigosa à quem adere.
Para mim não existe padronização, mas sim "manipulação".
Querem suprimir a liberdade, estancar a moralidade com máscaras e moldes prontos.
O pior de tudo da estereotipação é a cegueira social. A moda deveria incluir, agregar, e não excluir, discriminar.
"Triste época onde é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito", já dizia Einstein.
Eu não sei até onde vai a inconsequência humana, que se relaciona com corpos, e jogam a mente fora.
Somente o tempo vai fazer com que as mentes sejam valorizadas e que se apareçam os diferenciais.
Essa onda de seguir o que dizem, apenas nos isola de nós mesmos, mascara os nossos sentidos e pensamentos, nos veste exteriormente, e nos cobre por dentro. Mas nenhum sentimento é para tão longo prazo.
Uma hora aprendemos a valorizar o que há dentro, e ver que o externo também passa. O que fica é o que mora conosco, dentro de nós. O que está estampado em nosso coração e não na nossa face.
As rugas e o tempo chegam para todos, mas o valor do espírito regozija-se com a alma e não somente com o corpo.
[Naná]
domingo, 17 de abril de 2011
Como se mede uma pessoa?
O que faz uma pessoa grande?
A sua aparência, o que ela tem, o que ela diz, o que ela faz, onde ela vive?
Uma pessoa é grande proporcionalmente ao respeito com que ela se dirige às outras pessoas. Ninguém é maior que ninguém, tampouco melhor. As pessoas são ricas na sua diversidade, mas pobres se são preconceituosas, inconsequentes e principalmente insensíveis.
É bem verdade sobre a "Lei da Ação e Reação", e "O que se planta, colhe".
As raízes precisam se amoldar aos terrenos, embora muitos sejam inférteis. Têm pessoas que vivem culpando outras pela sua vida, no entanto não fazem nada para melhorá-la.
Julgam os outros sem conhecer, sem pensar, sem saber, e atribuem a sua ´"sorte" à desordem no mundo.
Acredito sim que o mundo é envolto à tantas coisas e conceitos errôneos, mas quem constrói a nossa vida somos nós mesmos.
A vida é como uma faca de dois gumes: com vantagens e desvantagens. O segredo está em escolher os caminhos bem pensados, e nas horas difíceis assumir alguns riscos com prudência.
Paciência e determinação também são ingredientes e adubo para plantar sementes na vida.
O mundo tem uma inconsciência gritante acerca do que é "ser grande". Ele prega a ideia de se ter muito, de ser muito, conquistar muito, mas de se pensar pouco. As pessoas estacionam os seus atos, pelos limites das outra pessoas. Eximem-se de buscar novas alternativas, inventar novas chances, e condicionam-se à trilhar os mesmos caminhos, a ver as mesmas coisas, e logo, sentir as mesmas coisas.
Eu gosto de emoções fortes, mas das minhas emoções.
Gosto de viver a vida, mas sob o meu olhar.
Não gosto de "verdades" inventadas... me agrada mais a minha verdade. Nenhuma é absoluta, mas a minha verdade me basta.
Eu quebro paradigmas. Erro e aprendo. Mas sou eu quem vivo.
Entristeço-me por saber que o ser humano regride por preguiça de pensar.
Acredito que a nobreza advém da exaltação do espírito pelo saber, pelo pensar, pela sensibilidade.
Não acredito na moda de que tudo o que o dinheiro compra faz uma pessoa ser nobre.
O conhecimento é uma arma preciosa, e a semente mais importante para plantar a dignidade e humanidade de uma pessoa.
Uma pessoa é grande pela sua sensibilidade e amor sem medida.
E eu quero o que o dinheiro não compra.
[Naná]
A sua aparência, o que ela tem, o que ela diz, o que ela faz, onde ela vive?
Uma pessoa é grande proporcionalmente ao respeito com que ela se dirige às outras pessoas. Ninguém é maior que ninguém, tampouco melhor. As pessoas são ricas na sua diversidade, mas pobres se são preconceituosas, inconsequentes e principalmente insensíveis.
É bem verdade sobre a "Lei da Ação e Reação", e "O que se planta, colhe".
As raízes precisam se amoldar aos terrenos, embora muitos sejam inférteis. Têm pessoas que vivem culpando outras pela sua vida, no entanto não fazem nada para melhorá-la.
Julgam os outros sem conhecer, sem pensar, sem saber, e atribuem a sua ´"sorte" à desordem no mundo.
Acredito sim que o mundo é envolto à tantas coisas e conceitos errôneos, mas quem constrói a nossa vida somos nós mesmos.
A vida é como uma faca de dois gumes: com vantagens e desvantagens. O segredo está em escolher os caminhos bem pensados, e nas horas difíceis assumir alguns riscos com prudência.
Paciência e determinação também são ingredientes e adubo para plantar sementes na vida.
O mundo tem uma inconsciência gritante acerca do que é "ser grande". Ele prega a ideia de se ter muito, de ser muito, conquistar muito, mas de se pensar pouco. As pessoas estacionam os seus atos, pelos limites das outra pessoas. Eximem-se de buscar novas alternativas, inventar novas chances, e condicionam-se à trilhar os mesmos caminhos, a ver as mesmas coisas, e logo, sentir as mesmas coisas.
Eu gosto de emoções fortes, mas das minhas emoções.
Gosto de viver a vida, mas sob o meu olhar.
Não gosto de "verdades" inventadas... me agrada mais a minha verdade. Nenhuma é absoluta, mas a minha verdade me basta.
Eu quebro paradigmas. Erro e aprendo. Mas sou eu quem vivo.
Entristeço-me por saber que o ser humano regride por preguiça de pensar.
Acredito que a nobreza advém da exaltação do espírito pelo saber, pelo pensar, pela sensibilidade.
Não acredito na moda de que tudo o que o dinheiro compra faz uma pessoa ser nobre.
O dinheiro não compra amizade, não compra afeto, não compra amor, não compra sentimento concreto.
As coisas mais simples da vida são aquelas que muitos não avistam, pois se perdem na grandeza e ganância superficial do externo.
O conhecimento é uma arma preciosa, e a semente mais importante para plantar a dignidade e humanidade de uma pessoa.
Uma pessoa é grande pela sua sensibilidade e amor sem medida.
E eu quero o que o dinheiro não compra.
[Naná]
domingo, 13 de março de 2011
"Perfeição Imperfeita"
Muitas pessoas limitam-se ao arquétipo da perfeição. Mas esquecem que o perfeito não precisa ser remodelado, ele não cresce e nem precisa se desenvolver. A perfeição exime-se de mudanças.
Talvez seja essa mentalidade errônea e ininteligível, ou essa analogia de perfeição, que sustente as vivências utópicas que acomete a maioria destas. Em contrapartida, elas estagnam seus pensamentos e condicionam-se à irrealidade imperfeita da perfeição. Essa enlevação constrói um mundo frustrante, onde as transmutações são necessárias.
O conceito de perfeição é uma quimera que prevalece em um mundo prático, onde se é resistente à mudanças, onde o diferente é desprezado, onde o padrão de "ser" é estabelecido como uma fôrma para moldar quem quer viver o certo.
Não existe uma regra para se viver certo, nem para ser aceito na sociedade. Ao contrário, muitas vezes essa sociedade movida pela estereotipação desvela-se em um caráter altamente imoral, onde desrespeita a integridade das pessoas, e reluta que estas sejam ouvidas. Quem não se permite sucumbir não é aceito, e é tido como "careta", "fora de moda".
O mundo atual e "tecnológicamente progressivo" surte efeitos gigantescos.
Mas a tendência do "humanamente" fica corrompida, e a maneira de relacionar-se naturalmente é muitas vezes burlada.
A disparidade entre o mundo robótico e o mundo "humano" confunde-se, mas ao mesmo tempo, integra-se. Um mundo não vive sem o outro.
A era tecnológica trouxe inúmeros benefícios, mas dentre eles também trouxe o acomodamento e exclusão de classes. A era do "tudo fácil", exige menos das pessoas, e exclui quem não acompanha esses avanços.
A moda desnivela as pessoas, e a imposição de idéias generalistas, excluem as idéias individuais, e consequentemente prevalece o mais forte.
Tudo o que quero dizer, é que não existe um padrão para que as pessoas devam se submeter, o único padrão é ser você mesmo, sem máscaras, respeitando o limite alheio, seja ele em qualquer aspecto pessoal.
A lógica de o ser humano ser imperfeito é para ele aprender a cada vez mais a ser humano, é aprender com os erros, e com as diferenças, a descobrir um mundo onde todos façam parte à sua maneira.
Ser isso ou aquilo, ter isso ou aquilo, são psicoses de pessoas que incutem em si mesmas a falsa-superioridade ou a auto-superioridade. Querer lapidar o próximo à sua maneira é consequência de um espírito aprisionado, que tem medo de voar, que tem medo de competir, e sobretudo, que tem medo de compartilhar.
As pessoas são ricas na sua diversidade, mas são pobres na sua superficialidade.
[Naná]
Talvez seja essa mentalidade errônea e ininteligível, ou essa analogia de perfeição, que sustente as vivências utópicas que acomete a maioria destas. Em contrapartida, elas estagnam seus pensamentos e condicionam-se à irrealidade imperfeita da perfeição. Essa enlevação constrói um mundo frustrante, onde as transmutações são necessárias.
O conceito de perfeição é uma quimera que prevalece em um mundo prático, onde se é resistente à mudanças, onde o diferente é desprezado, onde o padrão de "ser" é estabelecido como uma fôrma para moldar quem quer viver o certo.
Não existe uma regra para se viver certo, nem para ser aceito na sociedade. Ao contrário, muitas vezes essa sociedade movida pela estereotipação desvela-se em um caráter altamente imoral, onde desrespeita a integridade das pessoas, e reluta que estas sejam ouvidas. Quem não se permite sucumbir não é aceito, e é tido como "careta", "fora de moda".
O mundo atual e "tecnológicamente progressivo" surte efeitos gigantescos.
Mas a tendência do "humanamente" fica corrompida, e a maneira de relacionar-se naturalmente é muitas vezes burlada.
A disparidade entre o mundo robótico e o mundo "humano" confunde-se, mas ao mesmo tempo, integra-se. Um mundo não vive sem o outro.
A era tecnológica trouxe inúmeros benefícios, mas dentre eles também trouxe o acomodamento e exclusão de classes. A era do "tudo fácil", exige menos das pessoas, e exclui quem não acompanha esses avanços.
A moda desnivela as pessoas, e a imposição de idéias generalistas, excluem as idéias individuais, e consequentemente prevalece o mais forte.
Tudo o que quero dizer, é que não existe um padrão para que as pessoas devam se submeter, o único padrão é ser você mesmo, sem máscaras, respeitando o limite alheio, seja ele em qualquer aspecto pessoal.
A lógica de o ser humano ser imperfeito é para ele aprender a cada vez mais a ser humano, é aprender com os erros, e com as diferenças, a descobrir um mundo onde todos façam parte à sua maneira.
Ser isso ou aquilo, ter isso ou aquilo, são psicoses de pessoas que incutem em si mesmas a falsa-superioridade ou a auto-superioridade. Querer lapidar o próximo à sua maneira é consequência de um espírito aprisionado, que tem medo de voar, que tem medo de competir, e sobretudo, que tem medo de compartilhar.
As pessoas são ricas na sua diversidade, mas são pobres na sua superficialidade.
[Naná]
terça-feira, 8 de março de 2011
" Mulher! "
Mulheres!
Criaturas indecifráveis.
Os homens tentam de todas as formas, nos compreender. Mas essa missão é inexequível.
Ser mulher é ter um dom.
O dom de gerar a vida, o dom de sentir mais profundamente todos os sentidos.
Mulheres!
Construídas de sentimentos, mas que têm que saber viver como se fossem feitas de aço.
Mulher mãe, dona de casa, mulher no trabalho, amiga, esposa.
Em todos os lugares levamos amor, vida, e um brilho renovador.
Mulheres de mãos abertas, sempre dispostas a acolher.
E que sem máscaras, não hesitam em chorar, em sorrir, em amar, em ensinar, em se doar.
Dentre todos preconceitos em toda história, e ainda os que existem, nos mostramos vitoriosas!
Hoje é um dia dedicado à nós. Na verdade é apenas uma homenagem simbólica, pois todos os dias são nossos!
Ser mulher é ter um dom!
Ser mulher é uma das maiores virtudes que se há.
PARABÉNS À NÓS!!!!
(Naná)
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Poema: "A Mulher Inspiradora"
Mulher, não és só obra de Deus;
os homens vão-te criando eternamente
com a formosura dos seus corações,
e os seus anseios
vestiram de glória a tua juventude.
Por ti o poeta vai tecendo
a sua imaginária tela de oiro:
o pintor dá às tuas formas,
dia após dia,
nova imortalidade.
Para te adornar, para te vestir,
para tornar-te mais preciosa,
o mar traz as suas pérolas,
a terra o seu oiro,
sua flor os jardins do Verão.
Mulher, és meio mulher,
meio sonho.
-Rabindranath Tagore, in "O Coração da Primavera"-
Tradução de Manuel Simões
segunda-feira, 7 de março de 2011
Sobre a Felicidade...
Não existe um caminho para a felicidade, assim como as verdades não são absolutas.
As pessoas são ímpares. As consequências de cada ato, embora similares à situação de outrem, são singulares.
Logo:
"Duo cum faciunt idem, non est idem" (Quando duas pessoas fazem o mesmo, não é o mesmo).
Não existe fórmula certa para ser feliz. A felicidade deve ser criada por cada um de nós. Ela depende única e exclusivamente de nossa pré-disposição e aceitação do novo, mesmo que isso implique em condições para aprender a contornar a dor, a tristeza. Faz parte de um processo de amadurecimento.
Não tem como se fazer um omelete, sem quebrar os ovos. Assim como não é possível ser feliz sem saber o que é tristeza, dor.
Não tem como crescer e amadurecer, sem cair, sem errar.
Não nascemos prontos para o mundo, e na verdade nunca estaremos 100% precavidos e informados de todos os riscos.
A vida é um ciclo que envolve perdas, dores. Mas o que faz-nos superar e criar o caminho para ser feliz, é que as dores e os tombos são para aprender a crescer, e não para ficarmos no chão, nos sentirmos impotentes. Ninguém é super-homem ou Deus para sempre fazer o certo, ou adivinhar e calcular os passos a serem dados.
A vida é muito curta para desistir logo.
O fato de as coisas serem boas ou não, não são decorrentes delas propriamente dizendo, nem das situações, mas tudo depende de nós mesmos, do nosso modo de vê-las.
O grande lance da vida é aprender a decidir o que nós mesmos queremos seguir. O que é melhor, o que nos faz bem. Não é questão de egocentrismo ou egoísmo, Não! A questão é que, ninguém pode ver por nós, nem sentir por nós, nem pensar por nós mesmos. Só nós temos o poder de criar os caminhos, as alternativas, os começos e os meios, para que no trajeto nos sintamos bem. Se estivermos bem com nós mesmos, esse será o caminho (árduo) a seguir. Se estamos bem conosco, certamente transmitiremos esse bem ao próximo.
Não adianta querer mascarar as próprias dificuldades, transparecer que está tudo ótimo. Se a voz não fala, falam-se os dedos! Ninguém consegue segregar os sentimentos. Um sintoma aqui, outro acolá sempre vão aparecer.
Assumir a condição de sermos ínfimos, não quer dizer assumir a fraqueza. Somos ínfimos, mas capacitados. Temos a autoridade para vencer.
Sorria sempre! Se for preciso chore, quantas vezes forem necessárias, mas não se esqueça dos sorrisos. O sorriso reflete a alma, e mesmo que estejamos tristes, a alma também pode iluminar.
A dor chega para todos. Mas só permanece em quem a permite. Nada é para sempre. Os momentos são efêmeros. Mas a perseverança vence o efêmero.
Crie o seu caminho, construa, plante. A verdadeira alegria floresce de tempos em tempos, mas depende estritamente do que plantares!
(Naná)
terça-feira, 1 de março de 2011
"Progresso" Retrógrado
Se fôssemos analisar a escala de progresso do homem numa linha paralela ao tempo, certamente entraríamos em contradição:
Alguns homens tenderam mais a tornarem-se retrógrados, pois adquiriram uma errônea inconsciência de que se é superior à outrem.
Todo o esforço da civilização pelo conhecimento e todas as descobertas nunca eximirão o homem de sua própria ignorância.
Progredir é sinônimo de saber que quanto mais se sabe, na verdade, ainda nada se sabe, comparado ao Universo desvendável que se avista por aí.
O progresso consiste em cada vez tornar-se mais humano, e assumir que a essência interdepende-se da consciência de pequenez a qual somos constituídos.
É inegável que somos ínfimos e fracos.
O homem, com o tempo adquiriu muitas armas para subsidiar a sua inteligência, mas ainda assim, briga pelo poder, pelo dinheiro, pela suposta "justiça" inadiável, mas não consegue perceber que a verdadeira inteligência é ser livre e viver em paz.
Uma grande prova de que homem regride, é que matando, destruindo vidas, ateando fogo em suas guerras, é que ele mesmo sendo considerado tão inteligente, retrocede aos seus princípios primitivos de sobrevivência. E não usa de sua racionalidade para descobrir a fórmula do bem.
(Naná)
"Os Acertos dos Avessos de se Viver "
Algumas pessoas julgam-me ser alguém inconveniente,
Extremamente suscetível ao "sentir", depressiva e emotiva.
Me julgam por ser extrovertida em demasia,
Outras me chamam de louca, tola, legal.
Outras ainda me denominam chata e anti-social.
Talvez eu seja realmente tudo isso e mais muitas e infinitas adjetivações.
A realidade é que o ser humano é extremamente condicionado à comparação, e a comparação possui inúmeros ângulos de percepção.
Logo, o que pode ser ruim para um, pode ser ótimo para outro; o que pode ser inútil para um, pode ser a verdade para outro.
O melhor mesmo é ser como se é, às avessas, torto e atrapalhado, pois nada é perfeito.
E a imperfeição é a coisa mais humana que existe. É ela que nos ensina a aprender com os erros, e a amadurecer, e a assumir a importância de outras pessoas em nossas vidas, pois sozinhos são somos nada.
E ainda assim, muitas pessoas auto-denominam-se "perfeitas".
Mas nenhuma máscara dura para sempre.
Viver de mentira é como matar a dignidade de ser, e burlar o direito de existir.
(Naná)
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